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Reitor da Unoesc/Joaçaba, cotado para assumir o MEC, está em Brasília


O reitor da Unoesc, Aristides Cimadon, cotado para assumir o Ministério da Educação, viajou neste domingo para Brasília. Cimadon pegou carona em um voo particular de um amigo que também tinha viagem para a capital Federal. Antes de embarcar, para jornalistas, ele disse que a viagem era para tratar de compromissos com a Unoesc. Questionado se o Ministério da Educação estaria em pauta, ele disse que era possível que este assunto pudesse entrar em pauta nesta segunda-feira. Ele revelou no entanto que seu nome teria sido indicado pelo senador Jorginho Mello, mas que para assumir este cargo depende de um convite do presidente.


O nome do professor Aristides Cimadon, reitor da Universidade do Oeste de Santa Catarina, começa a ganhar força para assumir o Ministério da Educação depois que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ter praticamente desistido de chamar Renato Feder para o cargo. Cimadon, de 70 anos, tem graduação em filosofia (1974) e pedagogia (1976) pela Universidade de Passo Fundo, e bacharelado em Direito pela Universidade do Oeste de Santa Catarina (1995).

Além disso, seu currículo inclui mestrado em Educação pela PUC-RS em 1982, Mestrado em Direito pela UFSC em 1998, e doutorado em Ciência Jurídica pela Universidade do Vale do Itajaí (2006).

A indicação de Feder, anunciada na manhã desta sexta-feira (3), começou a balançar no final do dia devido à resistência de aliados próximos a Bolsonaro e de parte de sua base eleitoral. Quando Feder, atual secretário de educação e esportes do Paraná, foi apontado como o escolhido para o MEC, a indicação foi elogiada por alguns adversários políticos de Bolsonaro.

Nomeado para o Ministério da Educação, o professor Carlos Decotelli entregou sua carta de demissão na última terça-feira (30) antes mesmo de tomar posse. Decotelli teve a nomeação publicada no Diário Oficial da União no dia 25 de junho.

O governo vem de uma sequência de turbulências e trocas na pasta da Educação após a saída de Abraham Weintraub, em 18 de junho. Sua saída ocorreu após desgastes por conta de declarações polêmicas do agora ex-ministro.





Fonte: Rádio Catarinense