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Fiesc lança Protocolo Corona para indústrias

Foto: reprodução

A Federação das Indústrias de Santa Catarina lançou nesta semana o Protocolo Corona, com o objetivo de orientar as entidades industriais catarinenses a como lidar em determinados aspectos com a pandemia. Fundamentada em três principais pontos, o protocolo age diretamente em todos os setores da indústria.

“O primeiro alicerce é o coronadados, uma plataforma de monitoramento onde todas nossas indústrias poderão estar se cadastrando para fazer o acompanhamento de seus colaboradores. O quanto antes conseguirmos identificar os primeiros sintomas, mais rápido poderemos tomar as devidas precauções de afastamento e, assim, sem fazer com que as demais atividades corram riscos”, declarou o agente de relacionamento com mercado do Sesi Senai Regional Sul, Helton Fernandes.

Já a segunda etapa é o gestão corona, estando baseada em orientações para empresas que tiverem de lidar com algum incidente relacionado ao Covid-19, seguindo devidos procedimentos. As ações são direcionadas para cada indústria específica, de acordo com o lançamento de novas portarias que atinjam determinados setores da indústria.

“O SESI, juntamente com a nossa equipe de engenharia tem todas as alternativas autorizadas com portarias. Hoje sabemos que devemos fazer a medição de temperaturas dos nossos colaboradores já na entrada, precisamos ter máscaras, álcool em gel e precisamos ter os registros disso. O protocolo vem para estar auxiliando a tirar dúvidas”, pontuou Helton.

O terceiro alicerce do Protocolo Corona é referente aos testes PCR e Imunológicos disponibilizados pela Federação. De acordo com Helton, assim como no cenário estadual como um todo, o número de casos de pacientes com Covid-19 também tem aumetando nas indústrias catarinenses.

“Sentimos sim um aumento, principalmente pela demanda de testes. Teve aumento na procura de testes e também em nossa demanda. Acho que isso é em todos os setores, não foi exclusivo da indústria, vai desde o têxtil ao metalúrgico e o de alimentação, e se reflete também nos nossos hospitais”, disse.





Fonte: Michel Teixeira