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Indústrias de SC mudam produção para ajudar na luta contra a pandemia

Equipe da Condor produz álcool gel

(Foto: Condor, Divulgação)

O novo coronavírus tem colocado aos países desafios sem precedentes. Por isso, a cada dia, mais indústrias adaptam suas linhas de produção ou fazem doações para colaborar no enfrentamento da doença. Empresas de outros setores também colaboram, cada uma do jeito que pode.

A Federação das Indústrias (Fiesc), junto com a Associação Catarinenste de Medicina (ACM) e outras colaborações, está articulando soluções com esse objetivo. Entre as indústrias de SC que estão criando linha produtiva nova estão a WEG, e a Leisntung, de Jaraguá do Sul, que firmaram acordo para produzir até 1.500 respiradores por mês. A WEG é do setor de equipamentos para energia e a Leistung, produtora de respiradores.

A Renovigi, de Chapecó, que monta e instala sistemas de geração de energia solar, juntamente com o seu garoto-propaganda, o cantor Michel Telló, vai doar 10 sistemas de geração solar, de 5kW cada, para instituições sociais envolvidas no combate ao coronavírus. O cantor, que anunciou a novidade em live no Instagram, recomendou que as pessoas fiquem em casa e ajudem quem precisa.

A Condor, produtora de itens para limpeza, higiene e beleza, vai fabricar 1 mil litros de álcool gel. O objetivo é atender a cidade sede da empresa, São Bento do Sul, o Hospital e Maternidade Sagrada Família, postos de saúde e consumo interno dos trabalhadores. O presidente Alexandre Wiggers explica que a iniciativa visa suprir a falta do produto no mercado.

O grupo Lunelli produziu 30 mil máscaras que serão doadas para profissionais de Saúde e segurança pública. Também doou 10 respiradores para o Hospital São José, de Jaraguá do Sul. A unidade da Lunelli no Paraguai fez álcool gel para fornecer na região onde está baseada no país vizinho.

A Malwee informou que vai doar mais de 5 mil itens de materiais hospitalares descartáveis para o Hospital e Maternidade de Jaraguá do Sul. Toucas e aventais foram feitos em parceria com as confecções Sperafico e Thailua. A Malwee também doou máscaras para o Hospital de Pomerode.

A Sancris, de Brusque, que produz e comercializa linhas e fios, integra ação da Latina Têxtil e da Diklatex. Juntas, vão produzir máscaras de tecido para ajudar a defesa civil de Brusque e Balenário Camboriú.

No sul de Santa Catarina, a Anjo Tintas produziu álcool gel e álcool 70% para doar ao sistema público de saúde de Criciúma, onde a matriz da empresa está baseada.

A EDP, multinacional portuguesa que é a maior acionista da Celesc, fez doação de R$ 6 milhões para a compra de respiradores para hospitais públicos de São Paulo. A doação foi por meio da organização social Comunitas.

A Associação Empresarial de Joinville (Aci) abriu uma conta corrente para receber doações. Já comprou equipamentos de proteção, vai adquirir respiradores e está ajudando o Hospital Municipal São José a contruir nova ala de 100 leitos para atender doentes da Covid-19.

O Grupo JBS, dona da catarinense Seara, por meio da sua divisão de higiene e limpeza, produziu 2 milhões de sabonetes para serem doados em comunidades de São Paulo e Rio de Janeiro e para instituições de idosos. A ação é em parceria com a Central Única das Favelas, a Cufa.


A BRF, dona das marcas Sadia e Perdigão, de Santa Catarina, vai anunciar ao meio-dia de hoje um pacote de doações, durante uma entrevista coletiva virtual.




Fonte: NSC

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