sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Incêndio em hospital mata 11 pacientes no Rio de Janeiro

Foto: Yahoo.

Um incêndio no hospital particular Badim no bairro do Maracanã, na zona norte do Rio de Janeiro, causou 11 mortes e deixou o local parcialmente destruído. O fogo teve início por volta das 18h30 de quinta-feira, 12, e demorou um pouco mais de três horas para ser totalmente controlado.

Na manhã desta sexta-feira, 13, os bombeiros informaram que as buscas por mortos foram encerradas no fim da madrugada. Onze corpos – todos de pacientes, segundo a unidade – foram retirados durante varreduras.

Segundo o Corpo de Bombeiros, a suspeita é que um curto-circuito em um gerador tenha causado as primeiras chamas, que se espalharam pela unidade de saúde. O hospital contava com 103 pessoas internadas e 224 funcionários trabalhando no momento do incêndio.

O fogo começou por volta das 18h30 em um dos dois prédios do complexo – o mais antigo, aberto em 2000. As 11 vítimas morreram asfixiadas pela fumaça causada pelo fogo, e não por queimaduras.

Ainda segundo a direção, os pacientes do Centro de Tratamento Intensivo 1 (CTI) foram retirados e receberam os primeiros atendimentos na Rua Arthur Menezes por volta das 19h30. Os pacientes do CTI 2, que tem 20 leitos, também foram retirados.


Pânico

Pacientes e funcionários começaram a sair do hospital assim que o incêndio começou. Uma mulher tentou fugir pela janela com uma corda de lençóis e caiu do 3º andar.

Durante o combate às chamas, a Light (responsável pela distribuição de energia elétrica da capital fluminense) desligou a luz na região para facilitar o trabalho de resgate. Vizinhos ao hospital precisaram deixar suas casas por risco de desabamento das paredes.


O Hospital Badim disponibilizou canais de atendimento para que parentes com pacientes que estavam em atendimento ou internados na unidade entrem em contato para informações sobre o estado de saúde e local para onde os sobreviventes foram encaminhados. É possível enviar um e-mail para suportefamiliares@badim.com.br ou enviar mensagem no WhatsApp pelo telefone (21) 97101-3961. Com informações do Yahoo.


Fonte: Gazeta News
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