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JOAÇABA – UNIMED vai iniciar obra do Complexo Assistencial neste mês de agosto. Investimento será de R$ 27 milhões


Um dos maiores empreendimentos na área da saúde nos últimos anos está se transformando em realidade em Joaçaba. A UNIMED vai iniciar ainda neste mês de agosto a construção do complexo Assistencial num terreno localizado nas proximidades do Campus II da Unoesc (antigo SESI). O investimento nesta primeira etapa, já provado em assembleia pelos médicos cooperados, é de R$ 27 milhões.

O médico Hotone Dallacosta, presidente da Unimed, concedeu esta semana entrevista a Rádio Catarinense onde confirmou que a cooperativa já recebeu autorização da prefeitura para iniciar a movimentação de terra, o que deve ocorrer nos próximos dias. A UNIMED aguarda apenas o alvará de construção já que o projeto já foi aprovado em todos os trâmites e também liberado na esfera ambiental.

O projeto aprovado prevê inicialmente a implantação de um ambulatório nos moldes de um pronto-atendimento onde os usuários do plano de saúde poderão ser medicados e até mesmo ser internados caso haja necessidade. Serão atendidos casos de baixa complexidade e gradativamente a ideia e ampliar os serviços. A fase 1 do projeto prevê o ambulatório, a fase 2 um hospital com realização de pequenos procedimentos com curta permanência do paciente e a fase 3 um hospital de pequeno porte. O presidente da Unimed, Hotone Dallacosta, informou que tudo será construído nesta fase, mas a colocação dos equipamentos e implantação dos serviços seguirá um cronograma conforme for surgindo as demandas dentro de um planejamento estratégico.

A expectativa é que com este Complexo Assistencial os usuários da UNIMED encontrem um local com atendimento mais ágil, evitando filas e demora em casos de menor complexidade, em razão dos protocolos seguidos, por exemplo no HUST. A nova unidade vai também servir para desafogar o volume de atendimentos no Hospital Santa Teresinha em Joaçaba.

A previsão é que a obra deva ser concluída em 2 anos. São 5 mil metros de área construída.

Por Marcelo Santos

Fonte: Rádio Catarinense