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Análise: Seleção ganha como time, encontra soluções e cria nova referência para Tite

Brasil Campeão da Copa América

Foto: Globo.com

No fim de semana em que se tornou campeão com a seleção brasileira pela primeira vez, na vitória por 3 a 1 sobre o Peru, e foi questionado diversas vezes sobre seu futuro, Tite se limitou a dizer que acertou um contrato até 2022 com o presidente da CBF, Rogério Caboclo. Para ele, o compromisso responde qualquer dúvida.

Ele não tem intenção de sair. Embora tenha se recusado a dizer com todas as letras que continuaria, comentou ações e ideias para os próximos meses. Tite tem apoio total do grupo de jogadores e um desejo fortíssimo de disputar – e conquistar – a Copa do Mundo de 2022.

Mas Tite tem uma preocupação: a manutenção do nível de trabalho de sua comissão técnica. Edu Gaspar e Fernando Lázaro se despediram com o título diante do Peru. O coordenador vai trabalhar no Arsenal e o analista de desempenho será auxiliar de Sylvinho, outra baixa da Seleção, no Lyon.


Em quase três anos à frente da Seleção, Tite tem dividido funções cada vez mais. Ele considera extremamente essencial a manutenção de uma comissão técnica fixa e fortalecida, e não esconde o desejo de trabalhar com nomes de sua confiança. Por isso, o substituto de Edu Gaspar pode se tornar uma questão determinante para os próximos passos da Seleção.


Fonte: Rádio Videira