quarta-feira, 27 de julho de 2016

Saldo de mais de R$ 300 bilhões, o FGTS, administrado pela Caixa, desperta o apetite de bancos privados

De acordo com fontes do setor, instituições como Santander e Bradesco estão interessadas em quebrar o monopólio da Caixa e, nessa disputa, estariam dispostas a pagar mais pela poupança do trabalhador.

Hoje, o dinheiro depositado no Fundo rende 3% ao ano mais Taxa Referencial (TR), que está em 2% no acumulado em 12 meses.

O indicador mede a variação do custo de vida de famílias com renda de até cinco salários mínimos, realidade de boa parte dos trabalhadores.

Para os bancos, a principal vantagem seria o acesso a uma montanha de recursos, considerada estável, que lhes permitiria investir em projetos de longo prazo, com retorno atraente.

Uma eventual mudança, mesmo que apoiada pelo governo, dependeria do aval do Congresso.

Fonte: Rádio Tropical FM 

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